quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Wamp bitnami + Win7 + MySQL Workbench

Eu uso muito a stack xAMP (Apache, Mysql e Php) da bitnami por estar tudo muito bem integrado, estável e bem prático de se instalar, administrar, disponível para Windows (WAMP), Linux (LAMP) e MacOS (MAMP). A bitnami ainda disponibiliza algumas outras stacks como xAPP (Apache, PostgreSQL e Php).

Neste nosso caso vou estar falando de uma pequenas dificuldade e customização de ambiente e ferramentas de administração e desenvolvimento. Como foco estou usando uma máquina com Windows 7 com o WAMP e a ferramenta de desenvolvimento e administração MySQL Workbench. Na instalação das ferramentas foi tudo bem instalado e sem maiores problemas, estando todas as configurações no padrão.

O maior problema que tive, e não é um grande problema, foi na hora de configurar, no Server Administration,   uma nova instância para o minha stack WAMP em localhost, por não ter o mysql instalado como um pacote pronto e criado pela MySQL os locais de instalação dos pacotes estão custumizados, ficando tudo no C:\Program Files\BitNami WAMPStack, com isso algumas coisas não estavam funcionando direto e tive que:

  1.  Ajustar o path corretamente para o arquivo de configuração my.ini;
    Facilmente resolvido adicionando o path correto na configuração pelo wizard.
     
  2. Ajustar  o comando para  inicialização, parar e verificar o status do MySQL;
    Este deu um pouco mais de trabalho, mas não foi difícil.
Para ajustar  o Start, Stop e Query do Mysql temos que verificar se o serviço está rodando pelo Service Control Management (SCM) do Windows, para isso é necessário usar o command (cmd) e recomendo a utilização dele como administrador.
Já no command (cdm) devemos usar o comando sc, um programa em linha de comando para interagir com o
SCM e os serviços no Windows. Para verificar rode:

c:\>sc query state= all | findstr "amp"
SERVICE_NAME: wampstackApache
DISPLAY_NAME: wampstackApache
SERVICE_NAME: wampstackMySQL
DISPLAY_NAME: wampstackMySQL

Na saída do comando podemos ver os serviços wampstackApache e wampstackMySQL, com isso sabemos o nome dos serviços para o apache e para o MySQL que na verdade é o que nos interessa. 


No MySQL Workbench, após ter criado a instância para gerenciamento do localhost, vamos ajustar os comandos para parada, inicialização e status do servidor/serviço do MySQL. 


Na tela principal do MySQL Workbench, acessar na área do Server Administration o " Manage Server Instances". Será aberta a tela de configuração, selecione a instância do localhost no quador a esquerda "Server Instances" e na aba "System Profile" e "MySQL Management" vamos configurar os seguintes campos: 


Start MySQL: sc start wampstackMySQL
Stop MySQL: sc stop wampstackMySQL
  coloque o "check" para o campo "Acquire administrator rights to ...."


Check MySQL Status: sc query wampstackMySQL | wba_filter(RUNNING)
  coloque o "check" para o campo "Acquire administrator rights to ...."
 
Pronto com isso deverá funcionar os comandos administração de parada, inicialização e status para o MySQL.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Backup automático para MacOS

Um link bem interessante para se fazer um esquema de backup automatizado no Mac OS de arquivos para pendrives. 
Ainda não testei, mas com certeza por ser um script vai dar para fazer algumas customizações para cada uso.

Postado por Rodrigo Muniz no TechnoBlog

http://tecnoblog.net/31972/backup-automatico-arquivos-pen-drive-mac-os/

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Experiência sobre empreendedorismo!

Tenho a felicidade de participar de uma lista de discussão por e-mail muito interessante e com muitos profissionais da área de TI, já na sua maioria profissionais experientes e que atuaram em várias empresas, desde pequenas a grandes empresas . Dentro de muitas discussões abordadas, porque não dizer colocas em pauta, surgiu uma assunto que sempre está na cabeça de muitos profissionais dessa nossa área: Satisfação Profissional!


Nessa discussão foram mais de 90 depoimentos de experiências particulares e em comum, sobre as formas de trabalho, sobre as possibilidades de crescimento ou se é viável crescer e até onde pode ser interessante crescer, saindo da parte técnica e crescer - naturalmente - seguindo mais no sentido gerencial e burocrático da área e onde é mais vantajoso e menos vantajoso.


Até onde temos que nos entregar para fazer uma solução tecnicamente melhor ou apenas atender as necessidades do cliente ou o que o cliente pede, mesmo que o cliente não saiba o que ele realmente quer ou que pelo menos o que o cliente está pedindo não será bom ou nem de perto irá funcionar.


Tudo isso ainda aliado as necessidades de podermos fazer ou oferecer a melhor solução técnica, já que todos são de formação técnica esse seria o melhor ambiente.


E sobre ambiente ainda se discutiu muito com respeito a 3 questões que ainda temos que escolher para tentar alcançar algo muito próximo da satisfação profissional.
  • Satisfação pessoal e profissional (aliado ao conhecimento técnico)
  • Condições de trabalho ( bons companheiros, boa chefia, etc...)
  • Grana
Neste caso na maioria, 99%, não se consegue ter os 3 itens acima, muitas vezes se consegue ter 2 dos itens e olhe lá, mas se você escolher trabalhar em algum lugar pela oferta de salário, dificilmente você terá os outros dois itens. Esse é um fato, em que se encontram muitos profissionais, e, o que mais espanta é que essas questões estão presentes não apenas em nosso país, teve um dos amigos da lista que teve conhecimento de uma discussão muito similar, para não dizer igual, numa lista que ele participa de profissionais no exterior.

Bom, fato esse que ainda me faz pensar, que somos na maioria das vezes mais um número nas empresas, que dificilmente isso muda, a não ser que crescemos profissionalmente, seguimos de modo mais "by the book" e sejamos muito políticos a ponto de gostar de assuntos e tarefas burocráticas ou então nos tornamos puxa-saco de chefe (esse não faz meu estilo).

Ainda assim, com uma lista de muitos profissionais de grande capacidade e conhecimento, foi inevitável ter na mesma discussão a idéia de abrir um empresa com o nome da nossa lista, dai a coisa se tornou mais debatida entres nós, trocando ainda mais experiências de cada um sobre ter uma empresa onde, se não todos, a maioria pudesse ser um sócio colaborador ...


E a coisa toda foi aumentando até que, o mais inevitável, foi ter um debate desse nível no buteco...

Uma das coisas mais bacanas foi ter recebido, dentre tantos e-mails, o vídeo de uma apresentação do Vinícius Teles, falando de sua experiência em empreendedorismo, feito no 12o Encontro Locaweb.
O Vinícius nos passa uma visão e a sua experiência de modo muito simpático e verdadeiro, pelo menos foi o meu sentimento, que nos mostra que devemos acreditar muito em nós mesmo, estarmos prontos para novos desafios mas o mais importante talvez é ser capaz de nos adaptar às condições por mais adversas que possam ser, sem desistir, e não menos estar atento ao mercado e como fornecer soluções ao mundo.

Acho que vale muito apena gastar um pouco do tempo para assitir :

http://vimeo.com/12464280



12º Encontro Locaweb - Startup - De empregado a empregador - Vinícius Teles from Locaweb on Vimeo.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Freenas - FTP Problem - (Error Code 1) Could not apply settings.

Tive este com um FreeNAS 0.7.1.5127, mas tem várias pessoas com o mesmo problema em versões anteriores do FreeNAS.

Mas que problema?

Quando tentamos configurar o FreeNAS para subir o serviço de FTP e o servidor tem sua configuração de rede por DHCP, o serviço de FTP não sobre, apresentando no Services/Status apenas enable.

A princípio ou pelo que entendi é um problema do ProFTP - servidor FTP do FreeNAS - que ao iniciar o sistema tenta identificar o hostname e não consegue. Isso porque o sistema está em DHCP e o mesmo não fornece um hostname para os client, em testes quando se coloca o endereço IP fixo o serviço FTP sobe normalmente.

Muitas soluções foram sugeridas e para algumas pessoas funcionaram, no meu caso a coisa foi bem simples.

Adicionei em Network > Hosts, o hostname sem o domínio, freenas, onde o padrão da instalação é freenas.local, com o endereço de rede que foi fornecido pelo servidor DHCP.
ex.:   freenas 192.168.10.163


Em alguns casos tiveram pessoas, com outras versões, que incluíram o domínio e funcionou, para outras versões alguns inseriram um "Parâmetro auxiliar" ou "Auxiliar parameter" na configuração do serviço FTP - DefaultAddress "IP ADDR", onde "IP ADDR" é o endereço IP do FreeNAS.



Fica a dica para quem quiser e uma lembrança para mim.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Instalando Ubuntu em Pen-Drive

Artigo muito interessante, divulgado pela Under-Linux e publicado por cesarasilva. http://under-linux.org/blogs/cesarasilva/instalando-o-ubuntu-no-pendrive-2174/


Eu particularmente gosto muito da idéia de ter um SO instalado em um pendrive - principalmente por ter uma acesso rápido - já vi muitas pessoas usando Linux em pendrive apenas para fazer acesso e pagamentos em sistemas de banco on-line. 

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Instalando o Ubuntu no Pendrive


Requisitos Mínimos
  • 700MB de espaço para o Live CD
  • 1GB de espaço para o Arquivo Persistente
Usarei o meu pendrive de 2GB para instalar o Ubuntu e ainda deixarei um pequeno espaço para armazenar os meus arquivos do dia-a-dia.

Dependendo de cada máquina, o dispositivo do pendrive poderá ser diferente. Usarei como exemplo o dispositivo /dev/sdx (sda, sdb ou sdc...).

Criando as Partições

Desmonte as partições do pendrive se estiver montada e crie as partições:
Código:
# umount /dev/sdx1
# fdisk /dev/sdx
No fdisk, digite o d e o número da partição a ser excluida (se tiver apenas uma partição, digite apenas o d).

Primeiro crie a partição que irá usar para armazenar os arquivos do dia-a-dia:
  • n para criar uma nova partição
  • p para torná-la primária
  • 1 para ser a primeira partição primária
  • Aceite o padrão ou tipo 1 para iniciar do primeiro cilindro
  • +100M para torná-lo 100MB
  • t para alterar o tipo de partição
  • 6 configurá-lo para FAT16
Agora, crie a partição que irá instalar o Ubuntu:
  • n para criar novamente uma nova partição
  • p para torná-la primária
  • 4 para torná-la a quarta partição primária
  • Aceite o padrão digitando Enter
  • Aceite o padrão para usar todos espaço disponível
  • t para alterar o tipo de partição
  • 4 para escolher a quarta partição
  • c configurá-lo para W95 FAT32 (LBA)
  • a para mudar a partição ativa para boot
  • 4 para escolher a quarta partição
  • w para gravar as alterações no pendrive USB
Formatando as Partições

A primeira partição será formatada com o sistema de arquivo FAT16 e será atribuído o rótulo de "Dados":
Código:
# mkfs.vfat -n Dados -F 16 /dev/sdx1
A segunda partição será formatada com o sistema de arquivo FAT32 e será atribuído o rótulo de "LiveUSB":
Código:
# mkfs.vfat -n LiveUSB -F 32 /dev/sdx4
Montando o CD

No Ubuntu, normalmente só precisa inserir o CD que é montado automaticamente. Se este não for o caso, monte-o:
Código:
# mount /dev/cdrom /media/cdrom0
Montando o ISO

Caso tiver a imagem ISO ao invés do CD:
Código:
# mount -t iso9660 ubuntu.iso /media/cdrom0 -o loop
Montando o Pendrive

Para montar a partição do pendrive que irá instalar, crie um diretório e monte-o:
Código:
# mkdir /media/liveusb
# mount -t vfat /dev/sdx4 /media/liveusb -o rw,uid=1000
Copiando os Arquivos

Copie os arquivos do Live CD para o pendrive:
Código:
# rsync -rv /media/cdrom0/ /media/liveusb/
Criando o syslinux.cfg

Altere o diretório isolinux para syslinux, e crie o arquivo syslinux.cfg dentro do diretório syslinux:
Código:
# mv /media/liveusb/isolinux/ /media/liveusb/syslinux/
# vim /media/liveusb/syslinux/syslinux.cfg
Adicione no arquivo syslinux.cfg:
Código:
DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
NOESCAPE 1
PROMPT 0

LABEL linux
  MENU LABEL Iniciar o Ubuntu
  KERNEL /casper/vmlinuz
  APPEND initrd=/casper/initrd.lz boot=casper locale=pt_BR file=/cdrom/preseed/ubuntu.seed cdrom-detect/try-usb=true persistent noprompt noswap noeject dma quiet splash --

LABEL install
  MENU LABEL Instalar o Ubuntu
  KERNEL /casper/vmlinuz
  APPEND initrd=/casper/initrd.lz boot=casper locale=pt_BR file=/cdrom/preseed/ubuntu.seed cdrom-detect/try-usb=true only-ubiquity noprompt noeject quiet splash --

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar Memoria
  KERNEL /install/mt86plus

LABEL exit
  MENU LABEL Sair
  LOCALBOOT 0x80


Criando o Arquivo Persistente

Mas afinal, o que é esse "Arquivo Persistente"? É onde será salvo as alterações feitas enquanto usa o sistema no pendrive. Se não exister, tudo o que foi feito será perdido assim que for desligado o computador.

Para criar o arquivo persistente, verifique o tamanho do espaço disponível na partição para poder criar um arquivo que não seja tão grande do que pode e nem tão pequeno para não desperdiçar espaço.

Código:
# df -B 1M /dev/sdx4
Sist. Arq.    1M-blocos    Usad Dispon.   Uso% Montado em
/dev/sdx4          1519     415      1104  27% /media/liveusb
Como um exemplo, foi mostrado que possui 1104MB de espaço disponível, então irá criar um arquivo persistente de 1100MB, deixando os 4MB:
Código:
# dd if=/dev/zero of=/media/liveusb/casper-rw bs=1M count=1100
Após criar o arquivo, deve formatá-lo com o sistema de arquivo Ext3 ou ReiserFS:
Código:
# mkfs.reiserfs /media/liveusb/casper-rw
Instalando o BootLoader

Para que carregue o sistema operacional Ubuntu todo vez que ligar a máquina com o pendrive, será preciso instalar o Sistema de Iniciação.

Instale os pacotes syslinux e mtools:
Código:
# apt-get install syslinux mtools
Desmonte a partição e torne-a inicializável:
Código:
# umount /dev/sdx4
# syslinux -s -d syslinux/ /dev/sdx4
  Reinicie o computador e escolha no Boot Menu o USB-HDD.